Grifo mitologia

Grifo MitologiaO grifo é um pássaro fabuloso com asa e bico de águia (as garras de águia podem ser encontradas nas quatro patas ou apenas em duas delas) e corpo de leão.

A criatura também participa da terra e do céu e é, portanto, um símbolo das duas naturezas – humana e divina. Também evoca a dupla qualidade divina de força e sabedoria.

Em termos simbólicos, o grifo une a força terrestre e a coragem do leão com a energia celestial da águia.
Em termos físicos, o grifos são seres alados, com o dorso coberto de penas, patas enormes, corpo de leão e cabeça de águia.

O Grifo na Mitologia Grega

Entre os gregos, os grifos eram assimilados aos monstros, isto é, eram guardiões dos tesouros.

Eles serviam como uma sela para Apolo e simbolizam força e vigilância, mas também o maior obstáculo para alcançar se alcançar algo valioso.

Dionísio, por exemplo, possuía grifos que protegiam o seu reservatório de vinho. Zeus, por sua vez, tinha grifos como uma espécie de cães de guarda.

Outras simbologias associadas ao Grifo

Ao contrário do que se costuma supor, os grifos não fazem parte só da mitologia grega.

A tradição dizia que os grifos eram aves como outras quaisquer e, por isso, punham ovos, no entanto, a matéria-prima dos ninhos era o ouro.

Outro diferencial diz respeito ao ovo, cujos grifos ao invés de ovos punham no ninho uma pedra de ágata. Os caçadores tinham imenso interesse na criatura, embora raramente fosse capaz de capturá-los.

Acreditava-se que os grifos tinham origem na Índia, o animal era tão grande e vistoso que os indianos achavam que das garras do bicho era possível fazer taças.

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Fique Sabendo?


Quem trouxe a tatuagem pro Brasil?

O nome do cara que é Knud Harald Lykke Gregersen. De acordo com registros, o dinamarquês desembarcou no porto de Santos em 20 de junho de 1959.

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Em que ano surgiu a palavra tatuagem?

Um importante registo feito pelo navegador britânico James Cook conta que, ao aportar no Taiti, em 1769, ambos os sexos pintavam o corpo e chamavam o ato de tattow. Daí o termo que conhecemos hoje.

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Os grandes medos

O medo da dor que uma tatuagem supostamente vai infligir está por vezes relacionado com outros receios: o medo de agulhas e/ou de sangue! O primeiro é facilmente resolvido – basta fazer a tatuagem num local onde não está a assistir ao processo ou então não olhar; quanto ao segundo, é muito raro alguém sangrar ao ser tatuado, a não ser que tenha bebido álcool ou tomado aspirina (ou outro medicamento que possa contribuir para a diluição do sangue) imediatamente antes. Para além disso, as agulhas apenas penetram poucos milímetros da pele e, ao longo de toda a sessão, o tatuador limpa vezes sem conta a área de trabalho.


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